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A partir deste mês: revolução hospitalar em Portugal |
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| Foi agendada para o Conselho de Ministros do dia 8 de Outubro a tomada de uma decisão histórica: a aprovação de uma lista de 34 hospitais públicos que passam a sociedades anónimas. Assim, foi previsto que a 25 de Outubro, após a publicação em Diário da República, entrassem em vigor este tipo de “empresas” da saúde, encarregadas de gerir com fundos do Estado a saúde dos portugueses abrangidos pelas áreas de influência ou serviços prestados. Algumas dessas instituições – novas sociedades anónimas de capitais públicos – são o Instituto de Oncologia do Porto, Hospital de Santo António, no Porto, Hospital S. Francisco Xavier, em Lisboa, Instituto Português de Oncologia, em Lisboa, Hospital de Faro, Instituto Português de Oncologia de Coimbra e Hospital de São Sebastião, da Feira. Os hospitais contemplados vão receber das Finanças as verbas que precisam para o capital social, que vai variar entre os 20 milhões e os 70 milhões de euros, consoante a dimensão de cada unidade. Ao todo, do Orçamento Rectificativo serão disponibilizados 900 milhões de euros para este fim. | |